terça-feira, 5 de abril de 2011

Eleições - Sintesp Elege Nova Diretoria - Quadriênio 2011 à 2015

Caro Associado;
Temos a satisfação de encaminhar o material e os esclarecimentos necessários para as eleições do SINTESP – Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado de São Paulo, para o mandato de 2011a 2015.
Servimo-nos da presente para informar que de conformidade com o Estatuto artigos 46 ao 57º, o Sintesp estará realizando a eleição para nova Gestão da Diretoria do Sindicato, no dia 16 de abril de 2011, no horário das 9:00 ás 17:00horas.
Você associado, que reside em São Paulo – SP, terá como local para votação a Sede do Sintesp, localizada na Rua 24 de Maio – 5º andar – Centro – São Paulo – SP.
Para os associados do interior do Estado e Grande São Paulo, a votação será por correspondência. Veja mais abaixo no ítem “COMO VOTAR POR CORRESPONDÊNCIA”.
Lembre-se, a principal condição para o associado votar é estar associado a mais de 6 meses e estar em dia com a contribuição associativa. Caso você não esteja, poderá regularizar sua situação no ato do voto.
Sua participação e apoio é muito importante para legitimidade da Diretoria e do Sindicato, pois nossa representatividade é proporcional à adesão da nossa categoria, resultando em ação integrada em prol dos interesse dos Técnicos de Segurança do Trabalho.
COMO VOTAR POR CORRESPONDÊNCIA:
• Assine com X o quadro ao lado da chapa escolhida na cédula de votação;
•Dobre a cédula como indicado e coloque dentro do envelope menor sem colar nem escrever nada mais;
•Coloque o envelope menor com a cédula, dentro do envelope maior identificado com o SELO PARA POSTAGEM, devidamente colado.
•Deposite o mais breve possível em qualquer CAIXA DE CORREIO, observando que NÃO HÁ NECESSIDADE DE SELAR.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
•Deposite o envelope com o SELO DE POSTAGEM o mais breve possível em qualquer CAIXA DE CORREIO, observando que não é necessário selar.
•A DATA LIMITE, para postagem do voto nas AGENCIAS DOS CORREIOS, é 13 de abril de 2011
•O VOTO POR CORRESPONDENCIA poderá ser entregue diretamente na Mesa receptora Nº1, situada na Sede do SINTESP, até 16 de abril de 2011.
•A Urna do Voto por correspondência será instalada a partir da data de 12 de abril de 2011, na Sede do SINTESP.
Qualquer esclarecimento adicional poderá ser obtido no SINTESP, através do telefone 11-3362-1104.
COMPOSIÇÃO DA CHAPA PARA A ELEIÇÃO
Lembramos que só foi apresentada uma chapa para concorrer à eleição para composição da Diretoria do SINTESP, que será realizada no dia 16 de abril de 2011, conforme relação dos candidatos abaixo:
VEJA AS INSTRUÇÕES PARA VOTAÇÃO PRESENCIAL SÃO PAULO-CAPITAL) INTERIOR E GRANDE SÃO PAULO (CORRESPONDÊNCIA).
DIRETORIA ESTADUAL
1.Marcos Antonio de Almeida
Diretor Presidente
2.Laércio Fernandes Vicente Diretor Primeiro Vice Presidente
3.Sebastião Ferreira da Silva Diretor Primeiro Secretário
4.Wagner Francisco de Paula Diretor Segundo Secretário
5.Élcio Pires Diretor Primeiro Tesoureiro
6.Rene Alves Cavalcanti Diretor Segundo Tesoureiro
7.Armando Henrique Diretor Executivo Estadual
8.Adonai Gomes Ribeiro Diretor Estadual Titular
9.Heitor Domingues de Oliveira Diretor Estadual Titular
10.Valdizar Albuquerque da Silva Diretor Estadual Titular
11.Cosmo Palasio de Moraes Junior Diretor Estadual Titular
12.Jorge Gimenez Berruezo Diretor Estadual Titular
13.Tania Angelina dos Santos Diretora Estadual Titular
14.Luiz de Brito Porfírio Diretor Estadual Titular
15.Milton Perez Diretor Estadual Suplente
16.Adenias Santos Silva Diretor Estadual Suplente
17.Altair Teixeira Diretor Estadual Suplente
18.Eduardo Neves da Silva Diretor Estadual Suplente
19.Rogério de Jesus Santos Diretor Estadual Suplente
20.Paulo Roberto de Visgueiro Diretor Estadual Suplente
21.Laércio Sabiru Custodio Diretor Estadual Suplente
DIRETORIA REGIONAL
22.Léo Gidelti Costa Diretor Vice Presidente Regional Osasco
23.Osvaldo Vieira Diretor Regional Osasco – Titular
24.Marcos Valerio Piedade Diretor Regional Osasco – 1º Suplente
25.Julio Jordão Diretor Regional Osasco – 2º Suplente
26.Luiz Carlos Crispim Silva Diretor Vice Presidente – Regional ABC
27.Augusto Miguel Jordani Diretor Regional ABC – Titular
28.Daniel Marcos Larios Martinez Diretor Regional ABC – 1º Suplente
29.Francisco Tadeu dos Santos Diretor Regional ABC – 2º Suplente
30.Evaldir Jesus de Moraes Diretor Vice Presidente Regional - Rib. Preto
31.Eduardo Cardoso de Oliveira Diretor Regional - Rib. Preto – Titular
32.Marcio Musete Funes Diretor Regional-Rib. Preto – 1º Suplente
33.João José de Souza Diretor Regional-Rib. Preto – 2º Suplente
34.Jacy Pitta Diretor Regional Vice Presidente-Vale do Paraíba
35.José Mauricio Oliveira Diretor Regional Vale do Paraíba – Titular
36.Carlos Roberto Faria Costa Diretor Regional Vale do Paraíba – 1º Suplente
37.Janaína Ernst Pitta Brun Diretor Regional Vale do Paraíba – 2º Suplente
38.Luiz Alberto Prado Correa Diretor Regional Vice Presidente – Campinas
39.Carlos Eduardo Franco Diretor Regional Campinas – Titular
40.Carlos Eduardo Padula Diretor Regional Campinas – 1º Suplente
41.Gilberto da Guia Barreto Diretor Regional Campinas – 2º Suplente
42.Paulo Sérgio Novaes Diretor Vice Presidente Regional – Santos
43.Luiz Carlos Pascoal Diretor Regional Santos – Titular
44.Edler Antonio da Silva Diretor Regional Santos – 1º Suplente
45.Darwin S.A. Borba Diretor Regional Santos – 2º Suplente
46.Valdemar José da Silva Diretor Vice Presidente Regional – Sorocaba
47.Luiz Eduardo Ferreira Diretor Regional Sorocaba – Titular
48.Armando Notari Junior Diretor Regional Sorocaba – 1º Suplente
49.Eduardo Clemente Vaccaro Diretor Regional Sorocaba – 2º Suplente
50.Claudio Pereira de Lima Diretor Vice Presidente Regional Pres. Prudente
51.Nilson Flausino Dias Diretor Regional Pres. Prudente – Titular
52.João Marquezeli Cabrera Diretor Regional Pres. Prudente – 1º Suplente
53.Sergio Souza de Oliveira Diretor Regional Pres. Prudente – 2º Suplente
54.Maria Helena Alves Tremura Gomes Diretora Vice Presidente Regional- S.J.Rio Preto
55.Dorival Aparecido Cardoso Diretor Regional –S.J.Rio Preto – Titular
56.Wilson Celio Maioli Diretor Regional –S.J.Rio Preto – 1º Suplente
57.Paulo Cezar Chianezzi Diretor Regional – S.J.Rio Preto – 2º Suplente
58.Selma Rossana Silva Diretora Vice Presidente Regional – Guarulhos
59.Marcelo Augusto de Jesus Diretor Regional Guarulhos – Titular
60.Tiago Alameu Gomes Diretor Regional Guarulhos – 1º Suplente
61.Fernando de Godoi Diretor Regional Guarulhos – 2º Suplente
CONSELHO FISCAL
62.Mirdes de Oliveira Diretor do Conselho Fiscal – Titular
63.Homero Tadeu Betti Diretor do Conselho Fiscal - Titular
64.José Antonio da Silva Diretor do Conselho Fiscal – Titular
65.Paulino Gama Grigorio da Silva Diretor do Conselho Fiscal – Suplente
66.Nelson Matias Pereira Diretor do Conselho Fiscal – Suplente
67.Ismael Gianeri Diretor do Conselho Fiscal - Suplente
Atenciosamente,
Armando Henrique
Presidente – SINTESP - SP

Fonte: Sintesp

segunda-feira, 4 de abril de 2011

ISC 2011 terá palestra com inventor da câmera IP

Segundo engenheiro Martin Gren, Brasil é um dos países mais avançados na transição da tecnologia analógica para a digital
A ISC Brasil, feira e conferência internacional de segurança eletrônica realizada entre os dias 26 a 28 de abril em São Paulo, oferecerá uma palestra com o engenheiro sueco Martin Gren, considerado o inventor da primeira câmera IP. A apresentação ocorre no segundo dia da feira (27/04) e falará sobre o histórico e o futuro do vídeo em rede, aproveitando os 15 anos de existência desse modelo de câmera.

Com a tecnologia IP, as imagens passaram a serem digitais, podendo ser visualizadas em qualquer lugar do mundo e com recursos de inteligência mais modernos que as analógicas. Segundo análise da IMS Research, o mercado de câmeras de segurança analógicas terá uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de apenas 1, 3% contra 39, 2% das câmeras de segurança em rede entre 2009 e 2014 na América Latina .

“Faz todo o sentido falar do futuro da tecnologia IP no Brasil, que é um dos países mais avançados na transição da tecnologia analógica para a digital”, declarou Martin Gren. A palestra ocorre das 10h30 às 12h no Pavilhão Verde do Expo Center Norte e pretende apresentar as perspectivas para os próximos desenvolvimentos tecnológicos em videovigilância.
Fonte : IP

sábado, 2 de abril de 2011

Cuidados ao se contratar uma empresa de segurança eletrônica

Devido aos altos índices de criminalidade, o mercado de Segurança eletrônica está em plena ascensão. Residências, condomínios  , comércios ,industrias, todos querem se sentir mais seguros; como uma vigilância armada tem um custo elevado, muitos optam pela segurança eletrônica. Mas alguns cuidados devem ser tomados.
Grande  parte das empresas acham que sabem o que estão vendendo e, do outro lado, grande parte dos compradores acha que sabe o que está comprando.
Infelizmente, no Brasil, ainda não possuímos uma legislação que regule as empresas de segurança eletrônica, o que facilita que oportunistas  operem no mercado de forma criminosa e irresponsável.
Lembremos que existe uma grande diferença entre licitação e tomada de preços. Na licitação, são produtos  iguais; na tomada de preços, o que vale é o mais barato, sem se levar em conta a qualidade dos produtos e / ou serviços.
Antes de contratar uma empresa de segurança eletrônica procure se atentar a alguns detalhes:
§  A empresa deve, no orçamento, detalhar tipo, marca e procedência do equipamento a ser instalado, de preferência com foto.
§  A venda e compra deve ser registrada em um contrato específico onde devem constar: tipo de equipamento, quantidade, valor unitário e condições de pagamento.
§  A entrega do certificado de garantia é obrigação da empresa instaladora.
§  As certificações dos funcionários da empresa devem ser apresentadas.
§  Lembremos também que, um sistema de câmeras sem gravação, pouco resolve, pois não se conseguirá posteriormente identificar os autores de um sinistro.
No caso de contratação de serviço de monitoramento, além dos cuidados acima, devemos:
§  Solicitar que no contrato seja detalhado  o  tipo de serviço a ser prestado, o custo mensal, período do contrato e índice de reajuste.
§  Conhecermos a central de monitoramento para nos certificarmos de que ela realmente existe.
§  Verificar se a central de monitoramento te, no mínimo: paredes de alvenaria, porta de segurança, gerador de energia, back-up de dados.
§  Verificar se existe um serviço de pronta resposta.
§  Constatar a possibilidade de ter um back-up via celular caso haja corte de linha.
§  Pedir o nome e telefone de no mínimo 3 clientes para consultar a qualidade dos serviços.
§  Dar preferência a empresas que possuam em seu quadro de funcionários, no mínimo, um  Tecnólogo em Segurança Empresarial/Privada .
Verificando atentamente esses tópicos, o consumidor terá mais clareza quanto à empresa que deve contratar.

                              Ricardo Raia Soares de Almeida
            Especialista em Segurança Eletrônica pela ALAS-ARG , Especialista em Segurança Eletrônica pela  FESP
            26 Anos de Experiência em Segurança Eletrônica, Consultor em Segurança Eletrônica
            Tecnólogo em Gestão da Segurança Empresarial
            Certifield Professional INTEL
            Cursos de extensão em : Mapeamento de vulnerabilidades, Administração Estratégica, Gestão de Projetos 
            PMBOOK, Excel Avançado, Governança Corporativa, Desenvolvimento de Planos de Segurança, Mobilidade Digital.
                   
                  E-mail : rraia@ymail.com



segunda-feira, 28 de março de 2011

Empresa lança solução de vídeo IP para transportes ferrovários

IndigoVision lança rack transmissor/receptor de 4 canais para utilização em trens e vias
 
A IndigoVision, fabricante de soluções para segurança de vídeo IP, trouxe ao mercado de vigilância um rack transmissor/receptor de 4 canais para utilização em trens e vias. O produto foi aprovado pelos padrões europeus de ferrovias e converte os sinais de vídeo analógico das câmeras em vídeo digital para transmissão via rede IP padrão.

A empresa informou que, a partir desse novo sistema, o software de gerenciamento de vídeo ‘Control Center’ e o software NVR (Network Video Recorder) podem ser executados através de um PC conectado à rede IP. A mobilidade da plataforma possibilita que os equipamentos fiquem localizados em qualquer ponto da rede, o que, segundo a companhia, facilita a instalação em estações e trens com grande fluxo de passageiros.

As funções de análise das câmeras incluem cercas virtuais, detecção de movimentos, furtos, câmera encoberta, rastreamento de objetos, contrafluxo e detecção de congestionamentos. Além disso, os alarmes podem alertar para um problema em potencial ou dar início a uma ação no ‘Control Center’, contribuindo com a diminuição de incidentes dentro das plataformas.
Da redação
IndigoVision lança rack transmissor/receptor de 4 canais para utilização em trens e vias

A IndigoVision, fabricante de soluções para segurança de vídeo IP, trouxe ao mercado de vigilância um rack transmissor/receptor de 4 canais para utilização em trens e vias. O produto foi aprovado pelos padrões europeus de ferrovias e converte os sinais de vídeo analógico das câmeras em vídeo digital para transmissão via rede IP padrão.

A empresa informou que, a partir desse novo sistema, o software de gerenciamento de vídeo ‘Control Center’ e o software NVR (Network Video Recorder) podem ser executados através de um PC conectado à rede IP. A mobilidade da plataforma possibilita que os equipamentos fiquem localizados em qualquer ponto da rede, o que, segundo a companhia, facilita a instalação em estações e trens com grande fluxo de passageiros.

As funções de análise das câmeras incluem cercas virtuais, detecção de movimentos, furtos, câmera encoberta, rastreamento de objetos, contrafluxo e detecção de congestionamentos. Além disso, os alarmes podem alertar para um problema em potencial ou dar início a uma ação no ‘Control Center’, contribuindo com a diminuição de incidentes dentro das plataformas.
fonte : IP

sábado, 26 de março de 2011

O Futuro Dos Sistemas De Segurança Da Informação

Seria ironia caso não observássemos que já falamos de computação distribuída e computação em nuvem no ano passado.
Conceitos que junto à virtualização garantem um melhor aproveitamento dos computadores e equipamentos
Observe a exemplo.
Grande parte dos celulares que possuem Bluetooth. Estes celulares podem acessar outros equipamentos que tenham acesso a Bluetooth. Imagine agora uma rede de computadores limitada, sendo hackeada por um celular de bolso.
Difícil?

Era difícil. Lembrem-se que os celulares de hoje tem acesso à diversos dispositivos.
Ainda que haja dispositivos de segurança. Quaisquer brechas acabam por ser encontrada. Uma vez que não existe rede imune a Hackers e sim redes difíceis de serem Hackeadas.

Além dos processadores destes que já se encontram a se equiparar a um computador de mesa de 5 anos atrás. E que muitos destes podem rodar programas em java e até mesmo códigos compatíveis com seus celulares.
Daí o seguinte perigo se faz presente.
Um "trojan" pode se disfarçar de um programa inocente e invadir uma rede de computadores.
Infectando o celular de uma pessoa que tenha acesso a Wi-fi e Rede por Bluetooth.
Pode acabar vazando todo o banco de dados sigilosos de uma empresa ou um Órgão Militar por exemplo.
 Isto já foi feito no passado.
Na época até mesmo um filme foi feito baseado em fatos reais.
"Jogos de Guerra" onde um computador militar era invadido e uma possível 3a Grande Guerra estava em andamento, porque o computador com sua inteligência artificial avançada não sabia a diferença do Jogo e da Realidade.
Ainda sim.
Se aproveitando pontos que futuramente foram ditos falhas de segurança.
Que para impedir, podemos impor um nível hierárquico em uma firma. Limitando os pontos de acesso e internet.
Registrando cada aparelho, cada chip se assim for necessário, limitando acesso. E até em último caso, marcando as pessoas com marcadores eletrônicos. Isto a alguns anos atrás seria algo de ficção porém já existe o RFID Chip para este tipo de controle.
Obviamente acessos deste nível são pouco necessários em civis.
Ainda sim quanto maior o nível de segurança determinado maior a necessidade de controle. Até o ponto de criarem divisões de Auditoria de Segurança.
Para análise do rendimento dos setores de Segurança de TI. Normalmente a Auditoria de Segurança é feita quando a Segurança é transpassada, sendo analisado todos os pontos.

Agora é claro que há evolução do software. A exemplo. Estão preparando softwares antivírus que identifiquem ações potenciais de programas que tentem pegar o controle do sistema operacional de computadores ou sistemas máquinas com computadores embutidos (Celulares, PDA´s, etc..).
Assim como sistemas de autentificação que renovem de tempos em tempos a autentificação com chave criptografada em rede de computadores com rastreio e limitação de acesso a rede. Chegando até mesmo a limitação por endereço físico e interface do que é feito na máquina do usuário.
Esta leitura por máquina usa chaves inteligentes para poder verificar o que o usuário está fazendo. Isto já está sendo feito em corporações, onde até mesmo o uso de e-mail pessoal é vedado. Estaremos no limite onde as pessoas não poderão mais ter liberdade. E tudo será vigiado. Ou que teremos de repensar na tecnologia usada. E até onde vai o direito de vigiar o próximo. Até onde vai a dignidade do indivíduo?
Estas perguntas foram parcialmente respondidas.
Quando observamos que nas corporações as pessoas já não têm liberdade de usar o e-mail corporativo sem se acompanhar o que está sendo feito.
E que emails pessoais quando causam danos morais ou mesmo de informação privilegiada, podem ser interceptados.
Porque o computador da corporação assim como o hardware de comunicação está sendo utilizado pela pessoa para fazê-lo. Ou seja progressivamente o indivíduo está cedendo lugar de sua liberdade para uma liberdade vigiada.
Ao mesmo tempo em que no lugar da compreensão e do bom senso acabamos por ter regimes semelhantes à ótica totalitarista.
A realidade perigosa de nossos pesadelos é que o ser humano não é competente para ser totalmente lógico e racional o tempo todo.

O que acabará fazendo as pessoas a se submeterem a vigilância digital e monitoramento comportamental.

Ou na hipótese mais concreta e interessante. Acabem por buscar formas de burlar tais dispositivos para que sua liberdade seja garantida.
Ainda que isto possa se tornar uma coisa criminosa. O ser humano anseia por liberdade. Ainda que liberdade e libertinagem sejam diferentes.
Aí será necessário considerar a legalidade da lei e do bom senso. Antes que resolvam vigiar a todos e tornarmos não mais humanos e simples máquinas sistêmicas.

Pelo que conhecemos isto não é algo que seja tão desejoso. Porque a economia de mercado se baseia em consumo e em bens de capital.
A não ser que a escravidão pelo sistema seja algo que se queira nos dias atuais. Porque pelo que se sabe do comportamento humano. Isto não é o desejoso. Ou seja um fator de ordem tecnológica, implica um fator humano e a um fator filosófico.
De forma que a tecnologia seja usada atender a humanidade e não a humanidade a tecnologia. Criamos um sistema para servir a humanidade. E não uma humanidade para servir o sistema.
Observando que quando o sistema e a tecnologia empregados por mais complexo que seja. Acaba por fazer que a humanidade seja submetida a um sistema quando este é que deveria servi-la.
Aí retornamos a ordem correta. Neste caso. Há limites impostos por direitos humanos. Em que o ser humano necessita para viver um grau de liberdade.
E que também possui direitos além destes.
Que o sistema precisa se adequar a nova realidade.
Logo Sistemas de Segurança também precisam evoluir observando os limites de legalidade assim como respeitando a liberdade do usuário.
Isto vem da seguinte premissa. Ninguém é condenado perante a lei até que se prove ao contrário.

Concluindo:

Eu não me surpreenderia com câmeras instaladas até no banheiro. E microfones espalhados por tudo quanto é canto. Numa espécie de Big-Brother. E monitoramento comportamental contínuo.
O problema é simples. Quem vigia quem me vigia?
Esta é uma visão ampla, porém estas ações em larga escala começam agora.
Observem. Ao que se estão sendo submetidos. E a abrangência da lei.
Porque quando converge a tecnologia e o ser humano de forma concorrente. É algo que deve ser cuidadosamente analisado.
O ser humano cria a tecnologia. E não há tecnologia que crie o ser humano,. No dia que a recíproca for verdadeira. Aí sim estaremos com sérios problemas práticos.
Enquanto isto. Apreciamos o avanço na segurança de antivírus que tem se utilizado de Inteligência Artificial. E por projeção tecnológica, em sistemas inteligentes que possam perceber uma invasão em tempo real. Discernindo sobre o comportamento de um dispositivo em rede.
Coisas que ainda estão em testes ou foram recentemente desenvolvidas.
Porém que com certeza serão pedras fundamentais no Futuro da Segurança da Informação.

Quando não será o homem a observar o comportamento das redes e do fluxo de informação e sim os sistemas ao homem agregado. Isto já está no presente.
José Augusto P. Gomes:
Administrador, Analista na área de Tecnologia & Gestão das Informações. Possui diversas Certificações na área de T.I. , Especialista em Segurança das Informações na área de Securitydata e TI.

quarta-feira, 23 de março de 2011

TST condena HSBC a pagar multa por falta de itens de segurança

 O Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou o banco HSBC a pagar multa de R$ 100 mil por agência ou posto de serviço. O processo, movido pelo Ministério Público de Minas Gerais, foi causado pela falta de dispositivos de segurança em várias agências do banco no Estado, informou o site do Tribunal. O limite máximo para a multa é de R$ 5 milhões, dessa forma o total somado de todas as multas não poderá ultrapassar esse valor.

Para o TST, a falta desses itens de segurança gerou danos aos
trabalhadores e, por isso, a multa deverá ser revertida em favor do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Dentre outras medidas, o TST exige que as
agências bancárias devam ser equipadas com vidros blindados e portas eletrônicas giratórias e fornecer coletes à prova de balas aos vigilantes responsáveis pela segurança do estabelecimento.

O banco já havia sido condenado em primeiro grau e pelo Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais. Segundo informações do site do tribunal, o HSBC fez um recurso ao TST alegando que os vigilantes dos bancos são terceirizados e que por isso não seria de sua responsabilidade fornecer coletes aos
funcionários e que a instalação dos equipamentos depende de autorização dos donos dos imóveis.

A ministra do TST Dora Maria da Costa afirmou que as normas de segurança e saúde estabelecidas na lei "são estendidas a todos os trabalhadores, empregados ou não", ressaltando que, naquele caso, o banco foi beneficiário do trabalho dos vigilantes. Concluiu afirmando que é dever da empresa exigir do trabalhador terceirizado a observância das normas de segurança e negociar com os proprietários dos imóveis a colocação dos equipamentos de segurança exigidos por lei.

o HSBC informou por meio de sua assessoria que "O HSBC Bank Brasil informa, por meio da assessoria de imprensa, que este caso ainda está em trâmite judicial e que, por esse motivo, prefere não se pronunciar a respeito."

Fonte: Terra

terça-feira, 22 de março de 2011

Blindagem - Limusine de Obama é um verdadeiro tanque de guerra

Rio - As limusines Cadillac utilizadas para transportar o presidente Barack Obama  quanto os da comitiva são idênticos, a fim de evitar que se saiba em que veículo o presidente está sendo transportado. O carrão é um verdadeiro tanque de guerra. Fabricado pela General Motors, é totalmente blindado para suportar até mesmo ataques de mísseis e armas químicas.

São inúmeros os equipamentos de comunicação e de segurança, tais como sistema contra incêndio no porta-malas, sistema interno de computador com wi-fi e conexões via satélite, equipamentos de defesa e os pneus blindados com Kevlar, fibra sintética sete vezes mais resistente que o aço. Ao custo de 300 mil euros, estima-se que o carro foi construído em cima de uma plataforma de caminhão (algo como uma F-4000) para suportar o peso da blindagem.


Fonte: O Dia On-line

domingo, 20 de março de 2011

COMPETÊNCIAS DA SEGURANÇA


Com a evolução da criminalidade e com a falta de estrutura ou Gestão do Estado para combater a violência e o crime organizado, as organizações estão mais expostas e podem ser atingidas por algum tipo de intervenção negativa, fruto dos roubos, sabotagens entre outras. A sensação de insegurança pode ser um dos fatores de instabilidade financeira e, conforme os tipos de perdas, desencadeiam processos que podem paralisar a empresa, afetando a sua condição financeira e/ou continuidade.
Segundo Lopes Junior, Souza (2000) a sociedade brasileira, principalmente a que se concentra nas grandes cidades, possui nos nossos dias a dimensão clara do que é a insegurança. Paradoxalmente não conhece a dimensão e não possui a cultura de segurança.
Para (Portella, 2005, p.11) a palavra segurança deriva dos advérbios latinos secure e securus, originalmente significando sem preocupação, em segurança ou isento de perigo. Modernamente significa um estado de ausência de perigo, como uma atividade para afastamento de riscos/perigos e até para denominar os próprios instrumentos de proteção, conforme relata
Dessa forma é interessante entendermos as competências da segurança Pública e Privada, que em algum momento se complementam.
A Constituição Federal (CF) caput do art.144, define a segurança pública como “dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio (...)”.
De acordo com Plácido e Silva (apud Portella, 2005, p.11) Segurança Pública significa o “Estado proporcionado pelo afastamento, por meio de organizações próprias, de todo o perigo ou todo o mal que possa afetar a ordem pública, em prejuízo da vida, da liberdade e dos direitos de propriedade do cidadão”.
O autor Diogo de Figueiredo (apud Portella, 2005, p.38) descreve Ordem Pública como sendo o objetivo da segurança pública, que é a “situação de convivência pacífica e harmoniosa da população, fundada nos princípios éticos vigentes na sociedade”.
Para atender a CF é necessário que a Segurança Pública utilize os seguintes órgãos:
ü      Polícia Federal; instituída por lei como órgão permanente, organizado pela União e estruturado em carreira; destina-se a apurar infrações penais contra a ordem política e social ou de bens, serviços e interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas, assim como outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional; prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho.
ü      Polícia Rodoviária Federal: destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais.
ü      Polícia Ferroviária Federal; destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das ferrovias federais.
ü      Polícias Civis; dirigidas por delegados de polícia de carreira, que incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares, além das funções de policiamento preventivo especializado.
ü      Polícias Militares; compete a realização do policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública.
ü      Corpos de bombeiros militares; além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil.
ü      Os municípios vêm desenvolvendo ao longo dos tempos seu corpo de guarda, conhecido como Guarda Municipal, cuja finalidade principal é a proteções dos bens próprios do município.
Através da descrição de competências dos órgãos de segurança pública, evidencia-se que não é possível, para eles, promoverem a proteção interna nas empresas, razão pela qual se fundamenta a necessidade e a existência da segurança privada.
Na visão de Portella (2005) o conceito de segurança privada é o “Conjunto de estruturas (atividades) e de funções que deverão produzir atos e processos capazes de afastar ou eliminar riscos que possam afetar a vida, a incolumidade e a propriedade das pessoas, mediante o emprego de organizações privadas, autorizadas pelo poder público”
Este autor também estabelece dois conceitos sobre segurança física onde o primeiro é: “um estado proporcionado pelas garantias possíveis contra riscos prováveis a que esteja sujeito um determinado objeto de proteção” e segundo, o “Conjunto de estruturas (atividades) com capacidade para oferecer as garantias possíveis contra riscos prováveis, a que um objeto de proteção está sujeito”.
O conceito de segurança patrimonial para Andrade (2003, p.16) é estabelecido da seguinte maneira: “proteger as instalações, os recursos e os conhecimentos, principalmente científico-tecnológicos, de propriedade de um empreendimento ou de pessoas. Também diz respeito a residências”.
Segurança patrimonial para Filho (2004, p.129) “é o emprego de um conjunto de medidas técnicas que visam a salvaguardar o patrimônio da instituição” (...), quer seja pública ou privada.
Um dos principais objetivos da empresa é obter mentalidade de segurança.
Para outro autor, todos devem participar do problema, caso contrário, os meios mecânicos de nada valerão. Isto é obtido por meio de um programa de instrução sobre segurança, que deve conter a doutrina de segurança, campanha educativa, treinamento intensivo e simulado (FILHO, 2004, p.129).
O controle das atividades de segurança privada no Brasil é realizado pelo Departamento de Polícia Federal – (DPF), através de sua especializada, denominada Delegacia de Controle de Segurança Privada - DELESP.
A lei 7.102, de 20 de junho de 1983, posteriormente atualizada pelas Leis nº. 8.863, de 28 de março de 1994 e nº. 9017, de 30 de março de 1995. A lei em questão foi regulamentada pelo Decreto nº89. 056, de 24 de novembro de 1983, que foi alterada pelo Decreto nº. 1592 de 10 de agosto de1995. Com isso, permitiu ao DPF estabelecer procedimentos uniformes direcionados ao controle das empresas prestadoras de serviços de segurança privada, às empresas que executam serviços de segurança orgânica e aos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros, através da Portaria nº. 992, de 25 de outubro de 1995, alterada pela Portaria 387/2006 com as seguintes alterações posteriores:
Ø      Errata publicada no D.O.U. Nº 190, seção 1, PG. 27, de 03 de outubro de 2006
Ø      Alterada pela Portaria n. 515, de 28 de novembro de 2007, publicada no D.O.U. n. 230, seção I, p. 63, de 30 de novembro de
Ø      2007
Ø      Alterada pela Portaria n.358, de 19 de junho de 2009, publicada no D.O.U. n. 119, seção 1, p. 67, de 25 de junho de 2009
Ø      Alterada pela Portaria n. 408, de 15 de junho de 2009, publicada no D.O.U. n.135, seção 1, p. 52, de 17 de julho de 2009, e pela
Ø      Portaria n.781, de 18 de janeiro de 2010, publicada no D.O.U. n. 12, de 19 de janeiro de 2010.
Ø      Alterada pela Portaria n. 1670, de 20 de outubro de 2010, publicada no D.O.U. n. 204, de 25 de outubro de 2010.

Portanto, concluí-se que a segurança, seja pública ou privada, auxilia a sociedade, quer seja no aspecto empresarial, pessoal ou social, realizando atividades de prevenção, repressão ou reação.
Em ambos os casos houve evolução. Não é aceitável uma segurança que trata apenas com a força; é imprescindível o planejamento e o uso da inteligência como objetivo estratégico.



                                               Teanes Carlo Santos Silva
                                          Especialista em investigações e fraudes empresariais pela FECAP/BRASILIANO.
                                          Pós graduado em Gerenciamento da Qualidade pela Universidade Bandeirante de São Paulo.
                                          Graduado em Gestão de Segurança Empresarial pela Universidade Bandeirante de São Paulo.
                          Inicio de carreira em 1990 na Segurança Privada, sendo em Segurança Contra Incêndios até 1998                                                a partir daí na Segurança Patrimonial,
                          Secretário do Comitê Nacional de Prevenção Perdas e Diretor Pleno da ABSEG.
                          Gestor de Segurança Patrimonial da TRW Automotive – Divisão BCS
                             E-MAIL  teanes@terra.com.br

sexta-feira, 18 de março de 2011

CICLO DE PALESTRAS EM TOCANTINS

A GRT Assessoria e Treinamento, realizará nos dias 18 e 19 de março , um ciclo de palestras sobre Segurança Empresarial  em Palmas - Tocantins. Serão abordados os temas:

Equipamentos de Alarme e Sensoriamento, Equipamentos de C.F.T.V., Equipamentos de Rastreamento de Veículos e Cargas, Monitoramento de Alarmes, Monitoramento de Imagens, Monitoramento de Veículos e Cargas, Centrais de Monitoramento Integradas, Softwares de Segurança, Análise de Risco, Segurança Patrimonial, Segurança Pessoal e Empresa Segura dentre outros.
O evento será realizado no Hotel Pousada Manacás , dás 08:30 as 18:00hs.

Fonte: Redação